Recursos

O que existe dentro, por tema.

Agrupado pela ordem do trabalho, não por lista de funcionalidade solta. Cada tema corresponde a uma parte da consultoria, da primeira pergunta até o mês em que a fatura chega.

São 36 recursos, em seis temas.

O consultor

A conversa e o que ela produz

  • Entrevista dirigida. Ele lidera a descoberta e pergunta uma coisa de cada vez, em vez de despejar um questionário. Você não precisa saber o que ele precisa saber.
  • Discordância construtiva. Quando o pedido está errado para o cenário, ele diz, com evidência e alternativa. O requisito é o problema de negócio, nunca a solução que você pediu.
  • Profundidade adaptada. Com quem tem conhecimento zero de dados, explica por analogia do próprio negócio. Com especialista, vai direto ao ponto técnico.
  • Memória entre consultorias. Fatos, decisões e aprendizados sobrevivem à conversa. Consultoria nova no mesmo projeto começa sabendo o que a anterior descobriu.
  • Entrevista distribuída. Link público por papel, para cada pessoa responder o que sabe. Ele consolida as respostas e aponta onde duas pessoas se contradizem.
  • Registro direto do trecho. Selecionar qualquer parte da resposta e transformar em requisito ou ponto de atenção, com a citação preservada como prova.

A decisão

Escolher com critério, não por catálogo

  • Matriz ponderada. Motor de decisão explicável: cada opção recebe nota por critério, com o peso à vista e a justificativa da nota.
  • Custo de saída por opção. Reversibilidade, custo e prazo de migrar para fora em 18 meses, e o que exatamente aprisiona. Opção que não declara aparece como lacuna.
  • TCO de 12 e 24 meses. Custo calculado por ferramenta, nunca de cabeça, com a fonte de cada preço na própria tabela e composição mensal em gráfico.
  • Livro-razão de premissas. Cada premissa nasce com a condição observável que a invalida e o limiar. Quebrou, ele aponta quais decisões ficam afetadas.
  • Cânon de metodologia. DAMA-DMBOK, Kimball, Inmon, Data Vault, Data Mesh, TOGAF e Well-Architected, curados e versionados, com citação do framework no parecer.
  • Visão de portfólio. Oportunidades que só aparecem olhando vários projetos juntos, que ferramenta de engajamento único não enxerga.

A prova

O que separa verificado de redigido

  • DDL executado de verdade. O script roda num PostgreSQL descartável durante a auditoria, em transação revertida. O selo só aparece se ele executou sem erro.
  • Red team gravado. Um revisor ataca a decisão por custo, risco e simplicidade; outro responde e é obrigado a admitir o que não conseguiu refutar. Tudo publicado.
  • Segunda opinião de outro modelo. Um modelo de fornecedor diferente revisa a mesma decisão. A divergência é o produto, e fica registrada em vez de resolvida por votação.
  • Prova sob carga. Plano com dados sintéticos e alvos numéricos, executado no seu ambiente descartável. A comparação alvo contra medido é aritmética.
  • Teste de aceitação. Uma query por requisito de negócio, com resultado esperado. Prova que o modelo responde às perguntas, não só que aguenta carga.
  • Selo de confiança calculado. A fração das verificações disponíveis que foi feita, com peso, nota e motivo por fator. Fator que não se aplica sai da média em vez de entrar zerado.

O contexto

O que você já tem, lido de verdade

  • Ingestão multi-formato. PDF, planilha, Word, CSV e dump SQL. Planilha vira texto por aba, com fórmula entregando o resultado e data em formato normalizado.
  • Papel declarado por documento. Quem envia diz o que o arquivo é: o as-is real, uma proposta de terceiro, um requisito. Nunca deduzido do conteúdo nem do nome.
  • Perfil de arquivo tabular. CSV grande volta como distribuição por coluna, cardinalidade e extremos, calculados sobre o arquivo inteiro, em vez de um prefixo cortado.
  • Busca entre documentos. Varredura determinística sobre todos os documentos do projeto antes de abrir qualquer um. A máquina procura, o modelo julga.
  • Resposta degradada declarada. Arquivo vazio, encolhido, duplicado ou com cara de saída de erro de SQL é sinalizado ao consultor, nunca resumido educadamente.
  • As-is do código. Migrations, dbt e ORM do seu repositório, cruzados com o retrato do banco. Objeto criado fora de revisão e migration não aplicada aparecem.

A entrega

Para quem vai executar

  • Pacote de execução. DDL, passos de verificação, rollback e prompt cercado com as premissas de ambiente, pronto para outra IA ou para uma pessoa rodar.
  • Conector MCP. O agente do seu lado se conecta com chave de escopo restrito a um projeto e fecha o ciclo de investigação sem copiar e colar.
  • Investigação dirigida. Ele pede a consulta específica que falta, você executa, e a resposta volta vinculada à pergunta que a originou.
  • Export acionável. Modelo de dados vira projeto dbt ou migrations Flyway; documento de arquitetura vira backlog em CSV ou esqueleto de infraestrutura.
  • Documento para leitor externo. O mesmo conteúdo recalibrado para quem não estava na sala, com o perfil do leitor declarado e um teste de leitura antes de sair.
  • PDF e link revogável. Qualquer entregável vira PDF pelo navegador ou link público que você desliga quando quiser.

A governança

Depois que a decisão vira sistema

  • LGPD por coluna. Classificação e técnica de anonimização coluna a coluna, views de anonimização geradas e a classificação levada para o catálogo do banco.
  • Rastreabilidade de requisito. Do requisito de negócio até a coluna que o atende. Entregável sem essa âncora é declarado ponto cego em vez de passar batido.
  • Vigia de deriva. Retratos periódicos do ambiente comparados em código. Mudança relevante vira aviso, e o silêncio do agente também.
  • Custo real reconciliado. A fatura do mês entra e é comparada com a projeção. O desvio vira calibração, e o índice de acerto fica visível.
  • Prontuário do projeto. Recomendado contra medido num lugar só, incluindo os erros. Campo sem verificação mostra um traço, nunca zero.
  • Trilha de auditoria. Mutação, evento de segurança e leitura sensível registrados e consultáveis, com visão para o administrador da organização.

Comparativo

Onde o EVODA ganha, e onde ele perde.

As colunas comparam categorias de produto, não fornecedores nomeados: a pesquisa sustenta a afirmação por categoria. As últimas quatro linhas são onde o EVODA perde, e estão aqui de propósito.

Tem TemParcial ParcialNão tem Não temOnde o EVODA perde
RecursoEVODAAgente de plataformaAssistentes embutidos em data warehouse e ferramenta de transformaçãoFerramenta de modelagemModeladores visuais de schema, com IA assistindo o desenho
Compara fornecedores sem comissão de nenhumTemNão temNão tem
Declara o custo de sair de cada opçãoTemNão temNão tem
Liga custo ao desenho, com TCO de 12 e 24 mesesTemParcialNão tem
Executa o DDL antes de entregar, num banco de verdadeTemParcialNão tem
Segunda opinião de um modelo de outro fornecedorTemNão temNão tem
Memória de decisão entre consultoriasTemParcialNão tem
Reconcilia a projeção com a fatura realTemNão temNão tem
Documento recalibrado para leitor não técnicoTemNão temNão tem
Aplica a mudança no seu ambientePor decisão, não por limitação: quem executa não deveria ser quem audita.Não temTemParcial
Otimiza consulta e pipeline dentro da plataformaSe a plataforma já está escolhida, o agente dela faz melhor. A landing diz isso.Não temTemNão tem
Edição visual do diagrama, arrastando e soltandoO EVODA gera o ERD, mas não é uma prancheta para desenhar à mão.Não temNão temTem
Engenharia reversa de dezenas de sistemas de origemAqui entra pelo retrato que o seu agente envia, não por conector pronto para cada sistema.ParcialParcialTem

A lista é longa. O começo é curto.

Cole o schema que você já tem e veja o que ele encontra, antes de decidir se algum desses recursos importa para o seu caso.

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